sexta-feira, 7 de maio de 2010

CemTerNada

As melhores frases
após a eliminação do Corinthians
da Libertadores 2010.




Corinthians, o virgem de 100 anos.

Corinthians é igual a Dercy Gonçalves – 100 anos fazendo a gente rir!

O Corinthians tinha um sonho, mas o Ronaldo comeu todo.

Por que os corintianos não completam o ensino médio? Porque eles param nas oitavas.

Corinthians é igual ao Michael Jackson – prometeu show, vendeu ingresso e morreu em casa!

Um corintiano, chorando, perguntou a Deus se o Timão nunca ganharia a Libertadores. Deus respondeu: “Sim, mas não na minha gestão".

Corinthians na Libertadores é igual ao Chaves no SBT, a gente já sabe o final, mas assiste porque é engraçado.

Perder uma Libertadores é humano, perder todas é corintiano.

100 anos / 100 estádio / 100 libertadores


Créditos Á TYAGUIM ;D

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Pensamentos e Redemoinhos

... e ele mostrou-lhe uma mulher radiante, com lábios trêmulos, sorridentes, grandes olhos escuros e um ar de quem está a espera de que alguma coisa... divina aconteça. Ela sabia que iria acontecer infalivelmente.

Mas não era com ele. E o trecho do livro que deveria servir de prenúncio só confirmou em reflexo que era mesmo solidão o que existia dentro dela, mesmo com ele ali do outro lado da sala. E ela esperou que ele viesse a seu encontro, ela esperou que ele escolhesse sua companhia na sexta, ela esperou que ele desse a ela apoio, mas só pra descobrir que esperou mais e de novo. E a mesma frustração veio de uma expectativa que criou sozinha e para si. “Furacões”, ela pensou, “preciso conter furacões”.
Quis ampará-la. Quis abraçá-la para conter o seu choro, quis contar uma história. Mas é que algumas coisas a gente aprende mesmo sozinha. Nem é culpa do outro, que não precisava sentir o mesmo que a gente. Carinho, amor precisam ser espontâneos... sabia.
Mas ela sentia falta. Sentia falta da segurança, das promessas de futuro, da intensidade do quero tudo e agora. Dos impensáveis com os amigos, dos planos, das vontades divididas no outono. Mas o disco era outro, o momento era outro...
Quis dizer a ela que as coisas têm seu tempo e que deveria ter calma, mas os precipícios que existiam dentro dela o levaram para longe em silêncio. Porque o que ela queria do mundo era algo divino, algo infalivelmente divino. Não a memória distante do que havia sido incrível... um dia.

*
Porque no fundo tudo o que queria era o que aquela velha tela no computador em silêncio lembrava: “Despite all the walls you built i’m here, you don’t have to be on your own”.


Mas ela estava... De novo.

quarta-feira, 14 de abril de 2010